










Meus Caros companheiros, é por este meio que vos informo, que dia 13 de Novembro irei enfrentar mais uma cansativa e desesperante viagem até territorio balcã, desta vez não para Montenegro, mas até á Bosnia Herzegovina, mais propriamente até á cidade de Gradacac.



Comunicado 2009/08/25
No passado domingo, 23 de Agosto, no jogo entre o Vitória Sport Clube e o Sport Lisboa e Benfica, a Direcção do Vitória Sport Clube decidiu disponibilizar a venda de lugares livres na Bancada Sul Superior do Estádio D. Afonso Henriques, aos adeptos do clube visitante. Esta decisão deveu-se ao facto de naquele sector do nosso Estádio existirem escassos lugares anuais vendidos aos nossos associados e ter havido uma procura de bilhetes para o jogo por parte dos adeptos visitantes que superou as expectativas. Entendemos então no momento da decisão que a mesma poderia causar desconforto aos nossos associados que têm cadeira anual naquele sector, daí que tenhamos também decidido que na eventualidade de algum associado do Vitória querer ocupar a sua cadeira poderia fazê-lo, até porque e ao contrário do que foi veiculado os lugares anuais dos nossos associados não foram postos à venda, nem o poderíamos ter feito. No entanto, foi decidido aconselhar os nossos associados a sentarem-se noutro sector do Estádio com as mesmas condições, de forma a permitir estabelecer o máximo de segurança e o bem-estar de todos no nosso Estádio.Hoje, percebemos que a informação prestada no momento do jogo não foi a mais correcta, pois existem associados que estão convencidos que o Vitória Sport Clube vendeu o lugar respeitante à sua cadeira anual, o que reafirmamos não aconteceu. Também hoje percebemos que apesar da decisão tomada ter tido um benefício financeiro importante para o nosso clube, pois necessitamos urgentemente de realizar receitas para nos permitir assumir os compromissos financeiros, levou a que os associados se sentissem revoltados com a decisão tomada pela Direcção, no entanto, nunca foi nossa intenção desrespeitar os nossos associados, bem pelo contrário.Assim, a Direcção do Vitória Sport Clube lamenta o mal-estar dos associados e assume o compromisso de não voltar a vender lugares disponíveis em sectores onde haja lugares vendidos aos nossos associados. Pedimos ainda a compreensão de todos numa decisão que foi tomada por estrita necessidade financeira.
A Direcção
Pior que este comunicado é mesmo a falta de segurança que pelo vistos foi evidente no final do jogo. Sim quem andou a levar na boca, foram famílias e não os "Aitarakes" das claques. Isso sim, como Vimaranense e Vitoriano é de se sentir envergonhados, pois de Norte a Sul somos conhecidos por isso, como vândalos que não fazem falta ao futebol.Vinho do Porto ajudou a combater vírus H1N1
Os bombeiros da Régua utilizaram o vinho do Porto para combater a peste pneumónica há um século. O vinho foi utilizado como desinfectante e parece ter resultado, já que nenhum deles foi contaminado. A história foi contada por um dos bombeiros da época, António Guedes, num jornal, na década de 60 e é agora recordada pelo presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Vila Real, Alfredo Almeida, a propósito da pandemia da Gripe A.
Alfredo Almeida contou à agência Lusa que, na altura da peste pneumónica, os bombeiros da Régua desempenharam um papel «importante no apoio sanitário aos infectados e viveram, sem alarmismos, os momentos mais críticos deste nefasto acontecimento».
«Ainda não existiam ambulâncias na corporação, e éramos nós bombeiros, que com macas portáteis, íamos buscar os doentes a suas casas e os transportávamos para o hospital», sublinhou. Os bombeiros da Régua utilizaram o vinho do Porto para combater a peste pneumónica há um século. O vinho foi utilizado como desinfectante e parece ter resultado, já que nenhum deles foi contaminado. A história foi contada por um dos bombeiros da época, António Guedes, num jornal, na década de 60 e é agora recordada pelo presidente da Federação Distrital de Bombeiros de Vila Real, Alfredo Almeida, a propósito da pandemia da Gripe A.
Alfredo Almeida contou à agência Lusa que, na altura da peste pneumónica, os bombeiros da Régua desempenharam um papel «importante no apoio sanitário aos infectados e viveram, sem alarmismos, os momentos mais críticos deste nefasto acontecimento».
«Ainda não existiam ambulâncias na corporação, e éramos nós bombeiros, que com macas portáteis, íamos buscar os doentes a suas casas e os transportávamos para o hospital», sublinhou.
